
Una de las dimensiones más asombrosas que tiene el ser humano es la capacidad de reinventarse y de formular nuevos conceptos e ideas que le permiten seguir progresando y mejorando, lo que le permite aplicar soluciones a los problemas presentes de forma más sencilla de lo que pudiera parecer inicialmente. Um desses casos se encontra no capitalismo natural, uma proposta econômica que reinventa o capitalismo industrial tradicional à luz da nova situação em que nos encontramos em função do impacto ambiental que a atividade humana teve no planeta desde a Revolução Industrial. o dia de hoje. Se você quiser saber um pouco mais sobre o que é capitalismo natural e quais são seus princípios fundamentais, continue lendo Ecologista Verde e falaremos sobre isso.
O que é capitalismo natural
Capitalismo natural é uma proposta promovida pelos professores Paul Hawken e Amory Lovins, cuja tese principal afirma que é necessário passar da economia de consumo para a economia de serviços e reinvestir os benefícios na melhoria e implementação dos recursos naturais.
Esta teoria modifica o atual modelo econômico predominante no qual, capitalismo tradicional, oferece bens de consumo que envolvem a produção de lixo e substâncias residuais sem levar em conta o capital natural como parte da equação que mede despesas e receitas. Pelo contrário, a visão do capitalismo natural, inclui o capital natural resultante da ação como parte da equação do balanço patrimonial, bem como os efeitos que cada ação econômica tem na sociedade, que percebe este tipo de capitalismo mais amigável do que o capitalismo industrial, uma vez que se beneficia direta e indiretamente de suas ações.
Em que se baseia o capitalismo natural e como ele é aplicado?
O capitalismo natural que esses professores americanos propõem é baseado em 4 princípios, que, na prática, deve ser aplicado na forma destes 4 fases do capitalismo natural:
Fase 1: Aumentar a produtividade dos recursos naturais
Esta primeira fase do capitalismo natural é caracterizada pelo aumento da eficiência dos recursos naturais disponíveis. Desta forma, utilizando a mesma quantidade de energia ou matéria-prima, é possível satisfazer as necessidades de um grupo muito maior de clientes.
Fase 2: Sistemas de produção de ciclo inspirados na natureza
A segunda fase ou princípio do capitalismo natural é caracterizada pela eliminação do desperdício ou do lixo, tendo a natureza como inspiração. No mundo natural, não há desperdício, mas o que alguns organismos descartam é usado por outros em seu próprio benefício. Estes, por sua vez, produzem resíduos que são aproveitados por outros organismos, que se repetem até que o último resíduo seja utilizado pelos primeiros organismos, completando assim o círculo e o ciclo de produção. O capitalismo natural propõe que as atividades econômicas humanas sejam inspiradas nesse modelo, de forma que os resíduos e o lixo de uma atividade econômica possam ser usados por outras, até que o ciclo completo seja concluído.
Fase 3: modelo baseado em soluções ao invés de vendas
Terceiro, o capitalismo natural propõe que é necessário repensar o modelo econômico para passar da economia do capitalismo industrial para o capitalismo natural. Desta forma, em vez de adquirir produtos (muito mais caros em termos ambientais), adquire serviços. Um exemplo disso seria comprar um carro, que seria um produto, ou comprar um deslocamento, que seria um serviço. Isso pode ser aplicado por meio de diferentes formas de transporte ou pela utilização de veículos compartilhados, o que tem um menor impacto ambiental e uma maior eficiência dos recursos disponíveis.
Fase 4: contabilizar o capital natural como parte do capital total
A última fase consiste em alterar o modelo de ativos e incluir, nesses ativos, o capital natural, tanto o capital inicial como o gerado na atividade desenvolvida. Desta forma, os benefícios da atividade económica não são apenas monetários, mas também ambientais e sociais, que devem ser tidos em conta como ativos ao mesmo nível que os ativos monetários da empresa.
Que futuro tem o capitalismo natural
Tudo sugere que o capitalismo natural tem um futuro longo e próspero em frente. Na verdade, cada vez mais empresas aplicam os seus princípios, pois estão cientes de que o impacto que a sua atividade gera no ambiente não pode ser medido apenas em termos monetários.
Além disso, outro dos benefícios que tem aplique o capitalismo natural aos negócios é que são mais atrativos para os clientes, que se sentem diretamente beneficiados com a escolha deste tipo de marcas ou empresas em comparação com aquelas que apenas têm uma abordagem monetária tradicional. Isso as torna empresas com um público maior, embora os benefícios monetários iniciais possam não ser tão abundantes quanto as empresas que estão presas ao modelo de consumidor em vez de ao modelo de serviço. Porém, dado que os benefícios econômicos são medidos tanto em termos monetários, ambientais e sociais, enfim, os benefícios são maiores, tanto pela maior quantidade de ativos que contam na equação quanto pelo maior afluxo de público que recebem.

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